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sexta-feira, 15 de junho de 2012

São Paulo FC e Coritiba - Lucas foi o diferencial


Mais de 40 mil pessoas foram ao Morumbi acompanhar a semifinal da Copa do Brasil entre São Paulo FC e Coritiba na noite desta quarta-feira (14). Ao final do jogo, o Tricolor venceu por 1 a 0, mesmo inferior em campo. Ganhou porque tem Lucas. Acompanhe algumas considerações sobre o jogo.

Vitória enganosa

O São Paulo FC jogou como vem fazendo em 2012. Sem pegada no meio de campo, sem triangulações na frente, defesa frágil e desprotegida. O Tricolor ganhou na base do talento individual. Desta vez quem salvou foi Lucas, já que Luis Fabiano estava mal em campo e Jadson então, nem se fala. O Coritiba é um time bem melhor armado em campo, muito bem disposto taticamente, ao contrário do São Paulo. Os paranaenses não têm um talento individual, mas a força reside no conjunto.

Meio-campo

O Coxa mostrou motivação e pegada durante o jogo, ao contrário do meio de campo Tricolor. O trio formado por Cícero, Casemiro e Jadson mal apareceu em campo, com preguiça e sem disposição. Sérgio Manoel, Willian e Fulano combateram o jogo inteiro, ganhando o meio para o Coxa, já que o São Paulo só tinha Denílson arrebentando no setor.

Casemiro

"O Casemiro não estava legal, fora de sintonia. Não se enquadrou desde que voltou da Seleção Brasileira. Mas vamos seguir trabalhando e incentivando o atleta”. Essas foram as palavras de Emerson Leão, que ainda disse que é normal o fato de Casemiro jogar sem pegada no jogo, pois estava com a cabeça na Seleção. Normal? Não é de hoje que o jogador mostra displicência e imaturidade em campo. Se acha mais do que é. Não é volante, não é meia. Vive de lampejos. Se continuar assim, será mais uma promessa das divisões de base que não vinga, se destacando em times médios do país. Ou ele acha que, sem consciência tática, pegada e disposição jogará no São Paulo, Seleção Brasileira ou um grande europeu? Impossível.

Jadson

Concordo que vem sendo mal escalado muitas vezes por Leão, de costas para os zagueiros ou na ponta esquerda. Concordo que demora-se um tempo para readaptar-se ao futebol brasileiro e ao ritmo do país. Mas isso não justifica sua oscilação em seis meses pelo clube. Já passou da hora de crescer e também parar de viver com lampejos. Precisa ter mais personalidade em campo, pois o São Paulo FC depende muito de seu futebol. O time é outra coisa quando o camisa 10 joga mal.

Lucas

Custou dar mais liberdade ao garoto, fazê-lo circular pelo campo, colocá-lo na esquerda para trazer a bola pelo meio? O gol provou que Leão tem de parar de engessá-lo na ponta direita. Mesmo visivelmente desgastado em campo, fez um golaço e salvou a noite Tricolor.

Paulo Miranda

É limitado e afobado. Mas demonstra raça e vinha jogando muito bem ontem. Os dois cartões que tomou foi por sua natural afobação e pela péssima proteção na defesa. Ficou mano a mano contra o avante e isso não pode acontecer. Só Denílson protege a defesa são-paulina. Como disse o jornalista Luís Augusto Silva, o Menon, “Rodrigo Caio não é nenhum Clodoaldo, mas pode marcar bem”. Não é de hoje que cobro o garoto para ajudar no combate ao meio. Se isso não acontecer, o valente, porém limitado Paulo Miranda continuará exposto na zaga.

Tabu

PVC lembrou bem que o São Paulo tem um tabu recente de mata-matas vencidos por vantagens mínimas no primeiro jogo em casa. Nas últimas quatro vezes que isso aconteceu, o time foi eliminado no jogo da volta, fora de casa. Leão precisa bater nesta tecla durante a semana.

domingo, 27 de maio de 2012

Luis Fabiano salva o São Paulo FC em vitória magra




O São Paulo venceu o Bahia pelo placar magro no Morumbi, neste domingo (27). Jogando com 13 desfalques, o Tricolor entrou em campo no 4-2-3-1 com Paulo Miranda e Edson Silva na zaga, Piris na direita e o meio ofensivo com Jadson pelo centro, Rafinha e Maicon abertos pelas pontas. Mesmo com Rafinha razoavelmente bem em campo, o time era lento e não apresentava perigo, muito por conta de Maicon. Piris tinha liberdade para avançar, mas apresentou os mesmos defeitos nos cruzamentos.

Na volta do intervalo, Leão deu uma bronca no apático time, além de trocar Rafinha e o lento Maicon por Fernandinho e Osvaldo, dois pontas de verdade. A dupla infernizou a zaga baiana e deu mais opções para Jadson armar. O camisa 10 foi, mais uma vez, um dos melhores em campo com seus passes precisos, ditando o ritmo de jogo e ajudando na marcação. O Soberano fez o seu gol da vitória com Luis Fabiano aproveitando boa jogada de Osvaldo. Já o Bahia apostou nas duas linhas de quatro o jogo inteiro, mas sofreu pela falta de talento. Sem o jovem Gabriel, o Tricolor Baiano teve Lulinha, Magno, Zé Roberto e depois Ciro, que não apresentaram muito perigo à zaga são-paulina, que teve o ex-baiano e contestado Paulo Miranda como um dos melhores em campo.



Imagem: Werther Santana / Agência Estado; Tom Dib

domingo, 29 de abril de 2012

Gênio Neymar faz 3 e Santos continua na busca pelo Tri




Poucas vezes na vida vi um jogador desequilibrar tanto como Neymar. Contra o São Paulo, o garoto fez três vezes, amarelou outros três jogadores e expulsou mais um. Um monstro!

O Santos não veio a campo cansado, como muitos diziam durante a semana. O time jogou do início ao fim no mesmo ritmo do rival. O São Paulo sim, foi quem decepcionou. Time apático, conformado, previsível e nervoso. No primeiro gol santista, falha de Jadson, que perdeu a bola no meio de campo e o futebol na Ucrânia e falha de Paulo Miranda no pênalti cometido em cima de Alan Kardec. O segundo, falha do terrível zagueiro mais uma vez, ao cochilar em cima da Joia santista, que anotou mais um. Se o SPFC quisesse ganhar o jogo, deveria pressionar, jogar com a torcida, dar carrinho e brigar pela bola até em lateral. Não fez nada disso e foi "morto" em campo salvo Denílson, Rhodolfo e Cícero.

Na segunda etapa, o São Paulo voltou com um pouco mais de vontade em alguns jogadores, mas continuou perdendo gols fáceis. O árbitro Paulo César de Oliveira anulou um gol duvidoso de Alan Kardec e deixou de marcar pênalti em cima de Fernandinho, que entrou e incendiou o São Paulo após o intervalo. Willian José, após tropeçar nas próprias pernas em N jogadas e perder mais gols, fez o gol (impedido) dele e até deu esperanças ao Soberano. Mas Neymar recebeu uma bola na meia-lua e chutou, contando com falha clamorosa do bom goleiro Denis e matou o jogo. Não há adjetivos para o que Neymar faz em campo pelo Santos.

O resumo da ópera foi de um Santos tranquilo, sereno e inteligente, mas apoiado no gênio Neymar, incansável e destruidor. O São Paulo foi o contrário. Fora Denílson, Cícero, Cortez, Rhodolfo e Fernandinho, o resto do time foi apático e presa fácil. Entraram sonolentos e, alguns, com medo do jogo. E Leão, de quem se esperava um time aguerrido em campo hoje, como se costumou a fazer durante o ano, acabou vendo um time medroso em campo. Santos ganhou por ter os talentos de Ganso, Arouca e Neymar. São Paulo perdeu por ter Paulo Miranda, Jadson e Casemiro, o primeiro ruim de bola e os outros dois talentosos porém acomodados e apáticos. E viva o gênio Neymar.

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