Mostrando postagens com marcador Alex. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alex. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de agosto de 2013

Com virada no último minuto, PSG vence o Bordeaux e é campeão da Supercopa da França


Jogando em Libreville, capitão do Gabão, o Paris Saint-Germain FC teve de suar muito para derrotar o Girondins de Bordeaux neste sábado (3), pela Supercopa da França. Vitória que passou pelos pés dos jovens jogadores do time, dois deles formados na categoria de base do clube. E pela ousadia de Laurent Blanc.

O PSG começou o jogo pressionando a saída de bola e valorizando a posse, enquanto o Bordeaux só se defendia. Thiago Silva e Lavezzi (duas vezes) levaram perigo ao gol girondino e por pouco não abriram o placar. O Bordeaux, mesmo com os desfalques de Henrique, Planus e Bréchet, passou a avançar com o tempo e a dominar a partida. Com a lacônica falta de criatividade do PSG, Ibra começou a voltar bastante para buscar a bola, já que os pontas ficavam engessados e os volantes não avançavam. Aos 38’, a maior deficiência do PSG foi castigada. Mal posicionado, Jallet deixou Maurice-Belay sozinho na direita. Alex foi fazer a cobertura, mas chegou atrasado, deixando o ponta cruzar para Saivet, livre e com Jallet (que, então, era para cobrir Alex) só observando-o cabecear para o gol e abrir o placar.

Na volta do intervalo, a atitude do Paris foi outra. A equipe partiu para cima com tudo, mostrando muita vontade, mas ainda tropeçava na falta de criatividade, velocidade e penetração. O Bordeaux apostava mais ainda nos contra-ataques e teve várias chances de matar a partida, mas também falhava em seu maior defeito: o ataque. A situação mudou aos 72’, quando Laurent Blanc mostrou coragem e fez três alterações ousadas de uma vez. Trocou Thiago Motta, Pastore (outra partida ridícula) e Lavezzi pelos jovens Verratti, Coman e Ongenda, os dois últimos recém-promovidos da base parisiense. O trio encorpou mais a equipe, dando a criatividade e velocidade que não havia antes.

Aos 79’, o auxiliar marcou erroneamente um impedimento de Ibrahimović, que havia feito o gol de cabeça. Pressionando, o Paris SG chegou ao empate. Lucas puxou o contragolpe e tocou para Ibra, que deu um belo passe de primeira por elevação para Ongenda (que já havia sido o destaque parisiense na pré-temporada) empatar o jogo. O PSG partiu nos minutos finais com tudo, talvez tendo em mente o fato de que, nas últimas três Supercopas da França que disputou, o clube havia sido derrotado nos pênaltis. E foi no último lance do jogo, aos 94’, que o jogo se decidiu. Coman sofreu falta na intermediária. Lucas cobrou magistralmente na cabeça de Alex e o zagueiro finalizou sem chances para Carrasso.

Virada e primeiro título parisiense na temporada, a terceira Supercopa da França da história do clube (1995-1998-2013). Vitória que foi emblemática, por ter saído dos pés de dois meninos da base que dificilmente seriam utilizados por Ancelotti, mas que Blanc resolveu apostar e já mostra um perfil bem diferente no time. A equipe continuou mostrando os mesmos problemas de outras temporadas, mas pode crescer quando ganhar a cara de Blanc, a qual ainda não tem. Já o Bordeaux mostra, mais uma vez, que precisa urgentemente de atacantes.



Imagens: AFP / Franck Fife; L'Équipe; Divulgação / PSG

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Brasilerão 2013 - Pitacos da 4ª rodada


  • São Paulo FC e Internacional, dois candidatos ao título ou a uma vaga na Libertadores-14, tropeçaram na rodada. Enquanto o Tricolor perdeu a liderança ao ser derrotado pelo fraquíssimo Goiás em pleno Morumbi, o Colorado teve mais uma atuação abaixo do esperado e ficou no empate com a Portuguesa no Canindé, que foi bem melhor em campo. No Morumbi, a sombra de Muricy volta a pairar sobre Ney Franco. Será que o problema é mesmo o técnico? Se fosse, a constante troca de treinadores nos últimos anos teria dado resultado. Já nos lados do Beira-Rio, os constantes tropeços escancaram ainda mais as deficiências do elenco, mesmo desfalcado dos selecionáveis Damião e Forlán.
  • No Heriberto Hulse, o Criciúma mostrou que se impõe e será muito difícil arrancar pontos do Tigre em casa. A vítima da vez foi o Santos FC, mais perdido do que nunca com a molecada que está entrando em uma roubada. Ao Tigre, destaque para a boa defesa formada por Ewerton Páscoa e Matheus Ferraz e para a dupla de meias Lino e João Vitor, que já tiveram passagens por grandes clubes mas estão se encontrando no Criciúma.
  • Vasco e Atlético-MG inverteram os papeis esperados em Volta Redonda. O Cruzmaltino, que tem um time fraco, venceu o forte Atlético-MG. Agora, os cariocas ocupam a parte intermediária da tabela enquanto o Galo, pasme, é o lantera. Ainda é cedo e os mineiros têm um jogo a menos, mas este começo ruim de campeonato pode atrapalhar mais à frente, especialmente se o time for eliminado da Libertadores e precisar se focar no Brasileirão.
  • Falando em mineiros, o Cruzeiro venceu o Corinthians em Sete Lagoas com gol de Dagoberto, principal jogador do time nesta temporada. Destaque para Fábio, que fez ótima partida em cima do mimado Alexandre Pato, homem de € 20 milhões que ainda não justificou nem um terço deste preço.
  • O calvário flamenguista parece não ter fim. Jogando “em casa” em Florianópolis, o Rubro-Negro perdeu do fraco Náutico e amarga a vice-lanterna do BR. E, agora, sem o técnico Jorginho, demitido na madrugada após o revés. Será que o problema é o técnico mesmo?
  • Paulo Henrique Ganso, Walter Montillo, Andrés D’Alessandro. Todos estes levam a fama de “maestros” em seus respectivos clubes, muito mais badalados do que o Coritiba que tem o maior camisa 10 do Brasil. Alex foi o diferencial do Coxa em um jogo que seu time foi dominado na maior parte do tempo pelo Fluminense, mas Alex resolveu com uma assistência e um golaço. Que craque!
  • No melhor jogo da rodada, o Atlético-PR deixou a sina dos empates e venceu a Ponte Preta em Campinas por 4 a 3, em jogo cheio de viradas. Destaques para o incansável Paulo Baier e para o atacante Marcão, autor do gol da vitória e provocou o goleiro adversário, Edson Bastos, na comemoração. Vale lembrar que Bastos era goleiro do Coritiba, principal rival do Fucarão, há pouco tempo atrás.


Imagem: Reprodução / SporTV

domingo, 5 de maio de 2013

PSG empata em casa com o VAFC e adia título


Jogando em um Parc des Princes lotado, o PSG precisava de apenas uma vitória sobre o fraco Valenciennes para conquistar a Ligue 1 2012-2013. Sabendo disso, o time entrou ansioso em campo, dando oportunidade para o VAFC fazer boa partida e sair com um precioso empate, que adia o título parisiense.

Chances perdidas e expulsão inacreditável 

O jogo começou atípico no Parc des Princes. Com a atmosfera no estádio pulsando pela proximidade do título, era de se esperar que o PSG começasse pressionando o adversário, mas o que se viu foi o contrário. O Valenciennes atacava mais e aproveitava a insegurança da defesa parisiense. Na frente, o Paris criava boa chances, como a de Ibra aos 14’, quando aplicou um chapéu no goleiro Penneteau, mas fez uma graça na hora de concluir, usando o calcanhar. A chance desperdiçada custou caro, pois três minutos depois, o Valenciennes roubou uma bola no ataque e Aboubakar arriscou de fora. Douchez rebateu nos pés de Danic, que completou para as redes.

Após o gol, o PSG continuou criando chances, mas desperdiçando todas. Aos 43’, o lance mais polêmico. Thiago Silva foi reclamar com o árbitro Alexandre Castro e encostou no juiz, que considerou um empurrão e expulsou o brasileiro, causando revolta e incredulidade em todos os presente.

Pressão 

No segundo tempo, o PSG mostrou os mesmos defeitos da temporada. Falta de criatividade e mobilidade ofensiva. Baseando seu jogo fisicamente, o time não criava boas chances e quem mais levava perigo era o VAFC em contra-ataques. O Paris só chegou ao empate aos 84’, com cabeçada certeira de Alex. Os donos da casa fizeram pressão até os minutos finais, mas mais na base da vontade do que na inspiração. Fim de jogo e resultado que adia o título parisiense, fazendo o Olympique de Marselha continuar sonhando com a taça.

Imagens: LP/Matthieu de Martignac; L'Équipe

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Apático e com falhas na defesa, PSG perde para o Sochaux


A melhor defesa do Campeonato Francês teve uma noite para ser esquecida neste domingo (17) contra o Sochaux, no interior da França. Com péssima atuação de Van der Wiel e Sirigu, o Paris foi derrotado pelos donos da casa por 3 a 2. O time da capital entrou em campo sem Lucas e Ménez (machucados) e com a já costumeira postura passiva e apática diante de um time pequeno. Foi castigado com a derrota, que fez Lyon e Olympique de Marselha encostarem na tabela.

Mais uma vez, o PSG sofreu com a falta de criatividade e o sono em campo. O time começou sendo dominado pelo Sochaux, mais ligado. Porém, com o tempo, o PSG igualou a posse e abriu o placar aos 29’, com Alex cabeceando bonito um cruzamento de Pastore. Mesmo assim, o Paris criava pouco e não se esforçava muito. Aos 36’, veio o castigo. Roudet foi lançado às costas de Van der Wiel e bateu cruzado, igualando o marcador.

Na volta do intervalo, mais do mesmo. Com o Paris sonolento, o Sochaux aproveitou e ficou em vantagem, com Sio aproveitando falha de Sirigu aos 55’. Mesmo assim, os donos da casa eram mais perigosos, mandando uma bola no travessão com Corchia. Ancelotti mexeu na equipe, colocando Gameiro e Jallet nos lugares de Chantôme e Van der Wiel e o PSG empatou aos 76’, em mais uma cobrança de escanteio. Alex cabeceou, a bola sobrou para Sakho que chutou fraco. A bola ainda desviou em Roussillon antes de entrar. O PSG foi para o abafa e deixou mais espaços na defesa. Com isso, Privat aproveitou um cruzamento e escorou para Bakambu fazer o gol da vitória do Sochaux aos 84’.

Com o resultado, o PSG mantém a liderança, com 51 pontos, três a mais do que o Lyon e cinco de vantagem ao Olympique de Marselha, seu próximo adversário dia 24, em Paris.

Imagem: AFP

terça-feira, 6 de novembro de 2012

PSG 4x0 D.Zagreb - No talento de Ibra, nos erros de Ancelotti


A goleada do Paris SG teve dois personagens antagônicos como destaque. Zlatan Ibrahimović, com quatro assistências, destoou mais uma vez em campo, salvando o time Rouge et Bleu. Mas, no banco de reservas, tinha alguém que, mais uma vez, queria complicar as coisas. O comandante Carlo Ancelotti apostou em uma tática que já provou ser errada há três meses e ainda poupou alguns dos principais jogadores. Mesmo assim, o Paris goleou, graças ao talento de Ibra e a fragilidade do adversário.

Mais uma vez, o Paris fez um péssimo primeiro tempo. De novo, culpa do treinador Carlo Ancelotti, que insistiu em um erro já comprovado desde a pré-temporada. O técnico apostou, de novo, no esquema 4-3-3, com Ibra voltando para armar no meio, atuando como um “falso nove”. Desta vez, o time não contou nem com Marco Verratti, no banco de reservas. Com laterais que não apoiam, três volantes que apenas marcam e contra um time no 5-3-2, o PSG não fez nada no primeiro tempo. Errou muitos passes e só criou em bolas paradas. E foi assim que saiu o gol, aos 16’, após cobrança curta de escanteio que Ibrahimović acabou servindo o zagueiro Alex, que fez o segundo gol dele nesta Champions. Mas nem o gol abafou a péssima etapa do time, que saiu sob vaias da torcida.

Na volta do intervalo, uma simples alteração mudou o panorama da partia: a entrada de Verratti no lugar de Sissoko. Com isso, o time ganhou bastante na qualidade do passe defensivo e ofensivo, pela chegada do italiano. Com o Zagreb partindo mais para cima, o Paris teve mais espaços e matou a partida com três gols em contra-ataques. Ménez, Matuidi e Hoarau aproveitaram as assistências de Ibrahimović e fecharam o placar. Destaque também para a boa partida de Lavezzi, sempre puxando a equipe para frente.

A goleada não pode mascarar os erros da equipe, principalmente no primeiro tempo. O 4-3-3 mostrou ser benéfico apenas se a equipe jogar em contragolpes, mas não quando a equipe precisa se impor, dentro de casa e contra um adversário fraquíssimo. E, mais uma vez, o time ganhou na base dos talentos individuais. Principalmente no de Ibra, exorbitante mais uma vez.

Imagens: Uefa; L'Equipe

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Com gols de zaga brasileira, PSG estreia goleando na Champions



A estreia do Paris Saint-Germain FC na Champions League 2012/2013 foi mais fácil do que o esperado. Com o Estádio Parc des Princes em ebulição, o caldeirão funcionou e os parisienses saíram de campo com uma goleada que poucos imaginavam antes da partida.


Em campo, Carlo Ancelotti manteve o esquema 4-3-1-2, mas não teve os lesionados Thiago Motta e Sakho. Em seus respectivos lugares, entraram Chantôme e Thiago Silva, que fez sua estreia com a camisa tricolor. O jogo começou com as duas equipes se estudando, até Ménez fazer bom corte e sofrer pênalti aos 19’. O artilheiro Ibrahimović converteu sem chances para o goleiro adversário.

A partir daí, o Paris dominou a partida, enquanto o Kiev sentiu o golpe. Com o apoio da torcida e objetividade com a bola, o PSG aproveitou os espaços dados pelo Kiev e aumentou a vantagem mais duas vezes com a dupla de zaga brasileira, aproveitando falhas da zaga ucraniana em escanteios. Aos 30’, Thiago Silva marcou em sua estreia e Alex, aos 33’, ampliou.

2º Tempo chato com gols no final

Na volta do intervalo, a impressão que dava era de que o Kiev estava entregue e o PSG sabia que a vitória estava encaminhada. O jogo caminhava em ritmo lento, tanto que a torcida parisiense já cantava ‘Olé’ desde os 60’. A monotonia só acabou aos 86’, com os gols de Miguel Veloso para o Dínamo de Kiev e aos 91’, com Pastore aproveitando boa jogada de Nenê e a colaboração do goleiro Koval.

Boa vitória na estreia do Paris, que terá mais tranquilidade e confiança não só na Champions, mas na Ligue 1 também. Destaque para a segurança defensiva do time e movimentação ofensiva. Pastore e Ménez estiveram muito bem em campo, mas o pilar do time foi o trio de volantes, que desarmou bastante e ajudou na criação. A transação entre defesa e ataque foi muito melhor, com a boa participação dos volantes. Chantôme fez ótima partida, mas Verratti sai, mais uma vez, como o melhor em campo, orquestrando a equipe mais uma vez (foram dez lançamentos e três desarmes em campo).

Imagens: Patrick Kovarik/AFP; C.Gavelle/PSG

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Affiliate Network Reviews