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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Brest 0x3 PSG – Campeões de Inverno


Contra um adversário totalmente fechado, o PSG encontrou dificuldades para furar a retranca, mas controlou bem a partida desta sexta-feira (21) contra o Brest, fora de casa.

Repetindo mais uma vez a equipe, Ancelotti apostou no 4-4-2 para quebrar a retranca dos donos da casa, no 5-3-2. No primeiro tempo, a falta de movimentação, chegada de trás dos volantes e a grande partida do goleiro Thébaux impediram os parisienses de abrirem o placar, mesmo com o Brest com um a menos, pela expulsão de Sissoko.

Mas, na volta do intervalo, não teve jeito. Zlatan Ibrahimović aproveitou o bom cruzamento de Jallet e abriu o placar, aos 55’. Com o controle da partida, o PSG desperdiçava vários gols, parando principalmente em Thébaux, até Kevin Gameiro entrar em campo aos 71’. Dois minutos depois, o camisa 19 mostrou, mais uma vez, ter estrela. O atacante aproveitou uma rebatida de Thébaux e, de primeira, aumentou a vantagem. O Brest esboçou uma reação, mas o PSG fez mais um aos 92’, quando Jallet foi cruzar e a bola desviou em Mendy, entrando no gol.


O resultado garantiu a primeira colocação do PSG ao final do primeiro turno, concedendo o simbólico título de “campeão de inverno” ao clube nesta temporada.

Imagens: Reuters; L'Équipe

terça-feira, 11 de setembro de 2012

França vence Bielorrússia em noite de Ribéry




Jogando no Estádio Saint-Denis, em Paris, a França viveu dois tempos distintos contra a Bielorrúsia nas Eliminatórias para a Copa do Mundo-2014. Com a vitória por 3 a 1, Les Bleus lideram isoladamente o Grupo I com seis pontos em dois jogos. A Espanha, próxima adversária no dia 16 de outubro, tem três pontos e um jogo a menos.

Fim de primeiro tempo com vaias

Didier Deschamps tem em mente montar o time no 4-3-3. Foi assim na estreia das Eliminatórias contra a Finlândia e se repetiu contra a Bielorrússia. Em campo, os pontas Ribéry e Benzema se movimentaram bastante, mas um pouco engessados em seus lados. Cabaye e Capoue apoiavam, mas entravam pouco na área adversária. Quando fez, Cabaye perdeu chance incrível. Giroud e Sakho também desperdiçaram chances em cabeçadas e a primeira etapa terminou zerada. Apesar da atuação boa da França, o time saiu vaiado de campo. Se o jogo fosse em São Paulo, teriam jogadores, comissão técnica e jornalistas fazendo bico...

2º tempo quente

Na volta do intervalo, o jogo mudou. Ribéry teve mai liberdade para circular por todo o campo, caindo em todos os lados e fazendo a França atuar em uma espécie de 4-3-1-2. A estratégia deu certo, pois logo aos 49’, Jallet roubou uma bola na direita e serviu Ribéry, que cruzou para trás e Capoue não desperdiçou, 1 a 0. Após o gol, a Bielorrússia saiu da retranca e se adiantou mais. Aos 61’, Giroud saiu bastante vaiado para a entrada de Valbuena e o time voltou ao 4-3-3 mais engessado. Sete minutos depois, Jallet tentou cruzar uma bola na direita e acabou mandando para o gol, fazendo um golaço sem querer que premiou a boa partida do lateral, 2 a 0. Para continuar com o clima quente, Yanga-Mbiwa cometeu pênalti claro aos 72’. Lloris até defendeu a cobrança de Kornilenko, mas Putilo anotou no rebote, 2 a 1. Quando o jogo parecia ter contornos dramáticos, Ribéry aproveitou o passe de Benzema e fez mais um golaço, com uma cavadinha certeira e coroou sua grande partida. Ao final, apalusos para o ótimo segundo tempo francês e para a partidaça de Ribéry.

Imagens: AFP; Reuters

sábado, 11 de agosto de 2012

PSG estreia com empate dramático contra o Lorient


O jogo mais aguardado da primeira rodada da Ligue 1 2012/2013 aconteceu na capital francesa. O badalado PSG jogou em um Parc des Princes lotado e em êxtase contra o Lorien, 17º na última temporada. Quem esperava uma vitória fácil dos parisienses se surpreendeu com um empate sofrido e dramático, mas um ótimo jogo.

1º tempo surpreendente

Sem Pastore, cumprindo suspensão pelo cartão tomado na última rodada da temporada passada contra o mesmo Lorient, Carlo Ancelotti apostou em Bodmer e Chantôme como volantes criadores e surpreendeu ao barrar Nenê, preferindo começar com Ménez. O PSG começou levando um duro golpe aos 4’, com gol contra de Maxwell, após Monnet-Paquet aproveitar o buraco deixado no lado direito parisiense e cruzar a bola. O que se viu depois foi um PSG dominando a posse de bola, mas não criando chances.

A impressão dada era de que os jogadores entraram no clima de festa da torcida e não se sacrificaram em campo. O aguerrido Lorient criava as melhores oportunidades no contra-ataque, aproveitando o ridículo sistema defensivo adversário. Os dois laterais parisienses avançavam ao mesmo tempo e o trio de volantes não conseguia ocupar os espaços, deixando Alex e Sakho expostos. As melhores jogadas do Lorien saiam pelo lado direito do Paris, nas costas de Jallet, que avançava absurdamente e não tinha uma cobertura decente. Aos 48’, Jérémie Aliadiere fez jogada individual pelo fatídico lado direito parisiense e aumentou a vantagem do Lorient.

2º tempo incrível

Após sair para o intervalo sob vaias da torcida, o PSG voltou um outro time. A pegada, vontade e movimentação eram opostos à apatia da etapa inicial e os parisienses dominaram o jogo. Chances e mais chances eram criadas, mas todas incrivelmente desperdiçadas pelo time, principalmente por Ibrahimovic e Ménez. Ancelotti ainda tentou mexer, tirando Verratti e Bodmer para as entradas de Nenê e Matuidi. O time passou do 4-3-3 para o 4-2-3-1, com Bodmer de cão de guarda à frente da defesa e Nenê pelo meio.

Aos 64’, Nenê fez um belo lançamento para Ibrahimovic usar força e talento para fazer seu primeiro gol na Ligue 1. Ancelotti trocou o cansado Lavezzi por Gameiro, na tentativa de acabar com o caminhão de gols que o PSG perdia em campo. A dramaticidade só ia aumentando a cada chance incrivelmente desperdiçada pelo Paris, com direito a gol legal de Chantôme ridiculamente anulado pelo auxiliar, alegando um impedimento que não havia. O empate do PSG só saiu aos 88’, quando Matuidi sofreu pênalti e Zlatan Ibrahimovic, de novo, converteu.

O empate mostrou que só dinheiro e talento não farão do PSG o novo campeão francês. Se o time não tiver responsabilidade tática e garra, não superará os adversários.

Imagens: L'Equipe; Divulgação PSG


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