COPA DO MUNDO 2014 - NOTAS PARA O BRASIL X COLÔMBIA
No melhor jogo da Seleção neste Mundial, o Brasil soube dominar a forte Colômbia durante grande parte do tempo e se classificou para as semifinais da Copa do Mundo 2014. Méritos para Felipão, que corrigiu alguns erros da equipe.
COPA DO MUNDO 2014 - NOTAS PARA A FRANÇA X ALEMANHA
No clássico diante da Alemanha, a França voltou a ser eliminada por seu maior carrasco em Mundiais nesta sexta-feira (4). Sob forte calor no Maracanã, uma bola parada decidiu a partida que acabou com o sonho francês.
JUST FONTAINE, MAIOR ARTILHEIRO DE UMA COPA, COMPLETA 80 ANOS
O recorde mais antigo da história do esporte continua de pé. Desde 1958, ninguém conseguiu bater a marca de Just Fontaine, marroquino que defendeu as cores da França no Mundial da Suécia daquele ano, fazendo 13 gols em uma única edição.
ILEGAL OU IMORAL? ESCOLHA SEU LADO NO JULGAMENTO DA LUSA
Não é tão simples como muitos tentam pintar. O caso Héverton está causando um reboliço no futebol brasileiro e a possibilidade da Portuguesa cair, com um salvamento do Fluminense, mexe mais na ferida gangrenada do futebol brasileiro. A “vitória” do Flu por goleada de 5-0 no julgamento desta segunda-feira (16) trouxe mais indignação para muitos defensores do clube paulista em questão.
domingo, 17 de junho de 2012
Já vi este filme: Holanda implode de novo e é eliminada
sábado, 9 de junho de 2012
Vai amarelar de novo? Holanda de Robben perde na estreia
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Rijkaard, a calma e o furacão
Reportagem feita pelo Fifa.com
Numa analogia com o mundo da música, poderíamos dizer que no futebol existem dois tipos de jogadores: os chamados "carregadores de piano", incansáveis no trabalho de marcação e recuperação da bola, e os "maestros" que ditam o ritmo dos seus times e garantem o espetáculo para o torcedor. Franklin Edmundo Rijkaard, porém, demonstrou durante toda a sua exemplar carreira nos gramados que um futebolista pode ser igualmente eficaz nas duas funções.
Defensor implacável e autor de muitos gols como meia de ligação, o jogador revelado pelo Ajax se tornou a grande referência do Milan de Arrigo Sacchi e da seleção holandesa que voltou à Copa do Mundo da FIFA nas edições de 1990 e 1994. Trabalhando agora como técnico, Rijkaard conserva a esperança inconfessa de retornar à festa máxima do futebol mundial, que não lhe sorriu em duas participações como atleta.
Das ruas para o Ajax
Rijkaard nasceu no dia 30 de setembro de 1962 em Amsterdã, menos de um mês depois que um certo Ruud Gullit veio ao mundo no mesmo bairro de Jordan. Coincidência ou não, ambos viriam a alcançar muitas glórias jogando lado a lado com a camisa de clubes e da Laranja Mecânica. Outro ponto em comum é que os pais dos dois jogadores são originários do Suriname. O de Rijkaard chegou à Holanda na década de 1950.
Os dois garotos se conheceram por acaso jogando bola nas ruas da capital e chegaram a atuar juntos no modesto DWS, time do bairro. Impondo respeito no setor defensivo pelo porte físico avantajado e pelo talento nas divididas, Rijkaard acabou chamando a atenção do então técnico do Ajax, Leo Beenhakker, que o levou para o clube. Ele estreou na equipe principal aos 17 anos em 1980, na vitória contra o Go Ahead Eagles por 4 a 2, partida em que marcou o seu primeiro gol no Campeonato Holandês.
Instalado no miolo de zaga por Beenhakker, Rijkaard conservou a posição sob o comando de Kurt Linder, Aad de Mos e na primeira temporada de Johan Cruyff à frente do time. Verdadeiro xerife da defesa, ele teve um papel preponderante na conquista de sete títulos entre 1980 e 1987, sagrando-se campeão nacional em três oportunidades e vencendo uma Recopa Europeia.
Trio mágico
No entanto, a chegada de Cruyff ao banco do Ajax acabaria provocando desavenças entre os dois ídolos de personalidade igualmente forte. Decidido a deixar o clube, Rijkaard se transferiu para o Sporting português e foi emprestado ao Zaragoza antes de ser contratado pelo Milan, onde reencontrou o amigo Gullit e o também holandês Marco van Basten. Sob a batuta de Sacchi, passou a jogar no meio-campo ao lado de Gullit, Carlo Ancelotti e Demetrio Albertini.
Para executar o projeto, porém, o técnico precisou batalhar firme com a diretoria a fim de impor a escolha de Rijkaard como terceiro atleta estrangeiro do clube. À época, o presidente Silvio Berlusconi estava mais interessado no argentino Claudio Borghi.
Mas o dirigente não se arrependeria por dar ouvidos ao treinador. A bagagem técnica, a inteligência tática, a força física e, principalmente, a surpreendente elegância de Rijkaard para um jogador de 1,90 m de altura logo sacudiram o Estádio San Siro, em cujos bastidores recebeu o apelido de "furacão". Ao futebol ofensivo e vistoso da escola holandesa, Rijkaard acrescentava o rigor defensivo e a objetividade italiana.
Além disso, ele costumava subir para apoiar o ataque — e não somente nas cobranças de falta, com as quais causava sérios problemas às defesas adversárias. Foi numa dessas subidas que ele marcou o gol do título milanista na Copa dos Campeões da Europa de 1990, contra o Benfica. E enquanto os Rossoneri à holandesa dominavam o Velho Continente, o trio batavo monopolizou a votação da Bola de Ouro em 1988 e quase repetiu o desempenho no ano seguinte, com o capitão Franco Baresi interpondo-se entre Van Basten e Rijkaard.
Um final feliz
Mas a decisão continental de 1993, perdida diante do Olympique de Marselha pelo placar mínimo, selaria o término daquela era gloriosa. Gullit deixou o Milan, Van Basten foi obrigado a pendurar as chuteiras em função de repetidas lesões e Rijkaard voltou ao Ajax como zagueiro, desta vez a serviço do técnico Louis van Gaal. Em 1995, para coroar a carreira, foi campeão europeu pela terceira vez dando o passe para o gol de Patrick Kluivert na final contra o Milan — difícil imaginar um final mais feliz para a sua carreira dentro das quatro linhas.
Com a seleção da Holanda, porém, apesar do grande elenco, Rijkaard faturou menos troféus. Ainda assim, foi titular da esquadra laranja na campanha do título europeu de 1988 — o único triunfo internacional da história do país, conquistado diante da União Soviética. À época, Rijkaard formava a dupla de zaga ao lado de Ronald Koeman. Por ironia do destino, a estreia dele com o uniforme holandês havia acontecido no dia 1º de setembro de 1981, entrando no lugar de Gullit no segundo tempo contra a Suíça em Roterdã.
Em 73 partidas pelo país entre 1981 e 1994, ele marcou dez gols, disputou a Copa do Mundo da FIFA duas vezes e uma segunda Eurocopa em 1992. Nas três ocasiões, a Holanda acabou sendo eliminada pelo futuro campeão do torneio. Rijkaard se despediu do selecionado após a derrota por 3 a 2 para o Brasil nas quartas de final dos EUA 1994.
A carreira como treinador só veio confirmar aquilo que Rijkaard foi dentro de campo: uma bem-sucedida mistura entre objetividade e elegância. "O Frank encontrou o equilíbrio entre a plasticidade e a eficiência", afirmou Cruyff, que lhe abriu as portas do Barcelona. "Assim como eu, ele sabe que a soma de talentos individuais não serve para nada se os jogadores alinhados em campo não pensam no coletivo. É um homem por quem tenho enorme estima." Depois de se sagrar bicampeão espanhol e de vencer a Liga dos Campeões, Rijkaard deixou o clube catalão ao final da temporada 2007/08 para dar lugar a Pep Guardiola — outro especialista em carregar piano e jogar por música.domingo, 11 de julho de 2010
Título FURIOSO!
Foi sofrido. Foi por pouco. Mas foi FURIOSO. A Espanha desbanca o rótulo de amarelona e fatura seu 1º título mundial na história. Já a Holanda perde sua terceira final disputada e amargurará uma ressaca que irá durar por muito tempo.
O Jogo
O 1º tempo foi como o esperado. As duas equipes tinham medo de atacar e deixar espaços lá atrás e valorizavam bastante a posse de bola, fazendo o jogo ficar preso na intermediária. As chances foram escassas, e os craques não brilharam. O que se viu foi um jogo muito violento, com várias faltas fortes para ambos os lados.
A única chance foi em uma cabeçada de Sérgio Ramos (que aliás, fez uma grande partida), defendida pelo ótimo Stekelenburg.
2º Tempo
Depois do intervalo, as equipes voltaram mais dispostas a jogar bola. O técnico espanhol Vicente del Bosque tirou Pedro e colocou Jesús Navas, outra ótima revelação do futebol espanhol ( rápido, habilidoso e incisivo), que deu muito sufoco pela ponta direita. Mas, aos 10min, Sneijder apareceu para o jogo. O carequinha da camisa 10 holandesa fez um belíssimo lançamento para Robben ficar cara a cara com Iker Casillas, e o arqueiro espanhol defender com a ponta do pé direito, mandando a Jo'bulani para escanteio. Robben vai sonhar por muito tempo com essa chance perdida...
A Espanha deu o troco, na bela jogada de Navas, que cruzou para o zagueiro holandês Heitinga falhar e Villa chutar. O holandês se recuperou e desviou a bola para escanteio, salvando o que poderia ser o gol da votória espanhola. O jogo esquentou, e Sérgio Ramos cabeceou sozinho na pequena área para fora, após escanteio cobrado por Xavi. Logo após, Robben ganhou de Puyol na corrida e teve utra chance de marcar. Mas Casillas, novamente, se agigantou na frente do avante holandês e impediu o gol.
Prorrogação- Nervos à flor da pele!
Não teve jeito, o jogo teria de ser decidido no tempo extra. E, logo de cara, Cesc Fábregas, que havia entrado no lugar de Xabi Alonso, ficou frente a frente com Stekelenburg. O camisa 10 chutou, mas foi a vez do goleiro holandês fechar o gol e salvar a Laranja.Os treinadores fizeram suas últimas substituições na tentativas de tirar o zero do placar. Bert van Marwijk pôs Van der Vaart e Braafheid nos lugares de De Jong e Van Bronckhorst, e Vicente del Bosque trocou o artilheiro David Villa por Fernando Torres.
Veio a segunda etapa da prorrogação, e a emoção só aumentava. Logo aos 4min, Heitinga perde para Iniesta na corrida e apela para uma falta, na meia lua. Como já tinha amarelo, levou o segundo e foi expulso justamente. Xavi Hernandéz cobrou para fora.
Mas o melhor ainda estava por vir.Aos 10min, Sneijder bate uma falta de longe que desvia na barreira e vai pra fora - a barreira estava claramente a menos dos 9,15m necessários. Na sequência, Fabregas rola para Iniesta entrar livremente na área e marcar o gol salvador! Na comemoração, uma mensagem para Dani Jarque, ex-zagueiro e capitão do Espanyol que morreu de ataque cardíaco em agosto de 2009, que dizia: "Dani Jarque, siempre com nosotros".
Casillas, Fabregas e vários outros não seguraram a emoção e começaram a chorar copiosamente ali mesmo.Ao apito final, muitas lágrimas e comemorações para a seleção que chegou como favorita, não amarelou e saiu de campo fazendo história. E viva o polvo Paul, que acertou mais uma previsão! Um grande viva a LA FÚRIA ROJA!!!
sábado, 10 de julho de 2010
El Grand Finale!
Espanha
O ataque conta com a jovem promessa Pedro, rápido, habilidoso e bom finalizador; e com o artilheiro David "MaraVilla". O craque da camisa 7 espanhola chuta com as duas pernas, é rápido, gira bem, sabe usar o corpo, cabeceia bem, enfim, é um matador de primeira classe.
O banco de reservas é um dos melhores do mundo, contando com F.Torres, Lloriente, David Silva e Cesc Fàbregas.
Holanda
A Laranja é uma equipe pragmática, diferentemente de outros tempos. Desta vez, preza pela vitória apenas, em detrimento do futebol arte. Não dá show, mas é uma das equipes mais letais do mundo.Na frente, Van Persie joga sozinho. Este não é nem sombra de quem já foi um dia, chegou mal à esta Copa, mas tem talento e pode decidir uma partida se recuperar seu futebol.
No banco, há boas opções, como Van der Vart e os promissores Elia, Afellay e Huntelar.
O confronto
O jogo será decidido por quem conseguir ter mais a posse de bola, maior qualidade dos dois rivais. Uma marcação no campo de defesa adversário também será decisiva para os dois lados. A Holanda é mais paciente, toca a bola até achar um espaço. A Espanha é mais rápida e objetiva.
Para vencer a Holanda, a Fúria deverá achar um jeito de anular Sneijder e Robben. Para vencer a Espanha, a Laranja terá de anular os "motorzinhos" Iniesta e Xavi.
Apostaria em uma vitória espanhola, por ter mais jogadores que podem decidir uma partida -Xavi, Iniesta e David Villa, contra Sneijder e Robben pelo lado holandês.
A expectativa é de um grande jogo, digno de duas escolas tradicionais. Ao final do dia, uma das duas seleções comemorará pela primeira vez um título de Copa do Mundo!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Brasil 1x2 Holanda - Fica pra próxima
O jogo teve dois tempos distintos. No 1º, dominamos, não demos a posse de bola para a Laranja e fizemos logo 1x0 com Robinho, após um passe incrível e "fora de contexto" para um Felipe Melo. Dominávamos o jogo, não dando a mínima chance para os "cérebros" holandeses Sneijder e Robben criarem, marcando sempre em bloco e saindo rápido para o contra-ataque.Em um deles, Robinho faz boa jogada, toca para L.Fabiano que rola pra Kaká quase fazer o seu. Stekelenburg fez grande defesa.
O 2º tempo parecia outro jogo. A Holanda cresceu, tinha o que mais queria, a posse de bola, e o Brasil parecia perdido e descontrolado em campo, apesar da vantagem no placar. Aos 8min, deixamos Sneijder sozinho pela direita para cruzar. Felipe Melo e Julio Cesar se atrapalharam, e a bola entrou. A Seleção tentou reagir, mas em vão. Em um escanteio, o baixinho camisa 10 da Holanda, Sneijder, desviou na entrada da pequena área e virou para a Laranja. Aí, apareceu ele. Herói no primeiro gol, com lindo passe, vilão no restante da Copa-10. Felipe Melo. O volante da Juventus pisou covardemente em Robben, no meio campo, após falta já assinalada, e foi corretamente expulso. O Brasil se desestabilizou, Dunca sacou Luís Fabiano (!) e colocou Nilmar. De nada adiantou. Muita correria e pouca inspiração por nossa parte, e nossas estrelas sumidas do jogo. Dani Alves é quem era um gigante em campo, com um grande fôlego.
Fim de jogo. Fim de hexa em 2010. A sensação que compartilho foi de, mais uma vez, o sonho ter sido arrancado de nosso peito. É triste, mas é a "graça" do futebol. Méritos para a Holanda.
No balanço geral, valeu muito a pena esta Copa do Mundo 2010 para o Brasil. Diferentemente do RIDÍCULO time de 2006, com jogadores descompromissados, fora de forma e sem honra para vestir mais a nossa amarelinha, este ano mostramos RAÇA, GARRA E AMOR À CAMISA. Saio de cabeça erguida e muito orgulhoso de ser brasileiro. 2006 deu vergonha. 2010 deu orgulho. Não veio o título, mas vimos jogadores que vestiram a camisa e à honraram, o que é importantíssimo para mim. Não cabe aqui discutir quem foi o vilão, quem não estava em plena forma física, ou quem deixou a desejar. Todos, repito, honraram esta que é a camisa mais vitoriosa do planeta, e têm o meu respeito por isso. Que venha 2014, "aqui em casa", para conseguirmos o hexa. FORÇA BRASIL!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Pré-Jogo: Brasil x Holanda
O Brasil terá amanhã pela frente o seu maior desafio nesta Copa-10. A Holanda. Adversário este, que carrega muitas semelhanças com a nossa Seleção. Conhecidos por seu futebol ofensivo, de espetáculo, um time que joga pra frente, com dois pontas, toque de bola rápido e objetivo. Mas que agora têm uma equipe pragmática e objetiva, que toca a bola de um lado ao outro com paciência, tentando achar espaços sem pressa, que joga mais com a razão do que com a emoção, sempre visando o resultado, e não a qualidade do jogo, ou o espetáculo, como fazia antigamente. Parece com alguma equipe que você conhece?
Mas há uma diferença gritante entre os dois times: a defesa. Enquanto nós temos uma das melhores do mundo, a holandesa é lenta e fraca. Heitinga e Mathijsen não inspiram muita confiança, e não têm uma proteção muito forte, já que Van Bommel é mais um armador do que um marcador propriamente dito.
O ponto forte da Laranja são seus dois "camisas 10". Um deles é Robben, que fez uma brilhante temporada pelo Bayer de Munique, e chegou contundido (pra variar) a Copa. Se recuperou, e já é um dos destaques. Canhoto, joga como um ponta direita, sempre puxando a bola para o meio com habilidade e batendo para o gol. Jogada manjada? Pode até ser, mas ninguém consegue marcar ela.
O outro é Sneijder. Ambidestro, tem grande visão de jogo e é o maestro do time. É um dos meus jogadores favoritos na atualidade, por não ser de força física, mas sim habilidoso e, principalmente, inteligente, algo raro hoje em dia. Um típico camisa 10. Olho neles, Brasil.
Nossa seleção mais uma vez não contará com Elano, machucado, e Dani Alves será seu substituto. F.Melo deverá voltar ao time titular. Kaká parece adquirir confiança e ritmo à cada jogo, a zaga continua dando show e Fabuloso está sendo o matador de sempre, com agilidade, habilidade e força, e é quem está crescendo mais nesta reta final. Devemos apostar nas jogadas pelas pontas, com Robinho e D.Alves, para forçar a fraca defesa adversária, e tomar cuidado com Robben e Sneijder, botando os dois volantes de marcação em cima deles. Temos que ter a posse de bola, não deixando muito a redonda com eles, impedindo-os de criarem e terem o domínio do jogo, já que esta é uma das principais forças holandesas.
Aposto em um grande jogo, como sempre é Brasil x Holanda, recheado de emoções. Creio em um 2x2, com vitória canarinho na disputa por pênaltis. Força Brasil!
sábado, 19 de junho de 2010
Holanda 1x0 Japão - Laranja Burocrática
Em uma Copa do Mundo marcado por jogos fracos, este foi mais um . A Holanda chegou com pompas para este Mundial, mas até agora apresentou um futebol lento e burocrático, dependendo muito de talentos individuais como Wesley Sneijder e Arjen Robben(que nem entrou em campo ainda). A Laranja teve mais posse de bola, mas não convertia em chances de gol. Tocava a Jabulani de um lado à outro, sem pressa nem dinamismo, e a movimentação de seu ataque era nula, enquanto o Japão só se preocupava em se defender.Resultado do 1º tempo? 0x0, é claro.
No 2º, a Holanda voltou melhor, se movimentando mais, e com boas ultrapassagens pela linha de fundo. E o gol saiu aos 7min, com o seu craque Sneijder mandando uma bomba da entrada da área. A bola pegou uma curva (Jabulaaaani) e enganou o goleiro japonês Kawashima, que espalmou para dentro da própria meta. Após o gol, os asiáticos vieram um pouco mais pra cima, dando mais espaços pela direita nas costas de Komano. Após algumas oportunidades perdidas por Afellay(que entrou no lugar de Sneijder) da Holanda, o Japão teve sua grande chance aos 45min, mas Okazaki mandou por cima do gol.
Fim de jogo, e mais uma vitória chata dessa seleção holandesa que pode jogar muito mais do que vem apresentando até agora.
Imagens: GE e Blog do Mauro Beting
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Holanda 2x0 Dinamarca
Abrindo o dia de jogos desta segunda-feira dia 14, o esperado time da Holanda e a sempre perigosa Dinamarca entraram em campo em Johannesburgo, no estádio Soccer City. A Holanda de 2010 abriu mão de seu tradicional esquema 4-3-3, para jogar em um 4-2-3-1, com Kuyt pela direita, Van der Vaart (substituindo o lesionado Robben) pela esquerda e Sneijder tomando conta do time pelo meio. Van Persie era o único atacante do time, e sofreu a falta de um companheiro junto com ele lá na frente. A Dinamarca jogou na tradicional duas linhas de quatro dos times europeus. A Holanda suou mais do que o esperado para vencer por 2x0, achando o primeiro gol numa cabeçada esquisita de Simon Poulsen contra a própria meta. Kuyt no final do jogo aproveitou o rebote para dar números finais ao jogo. Esperava mais da Holanda, que toca muito bem a bola, mas parou no bloqueio defensivo dinamarquês. A expectativa é a de que contra Japão e Camarões os holandeses tenham mais espaços para desenvolver melhor seu futebol ofensivo. E não há dúvidas de que a "Laranja Mecânica" sente muito a falta de Arjen Robben para armar junto com Sneijder, que ficou sobrecarregado hoje.
Jabulani de ouro: 10-Sneijder (Holanda)
Jabulani de lata: 4- S. Poulsen (Dinamarca)
Imagem: Globo Esporte


15:04
Vinícius Ramos








