Mostrando postagens com marcador Benzema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Benzema. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Copa do Mundo 2014 - Notas para a França x Suíça



Lloris – 6,5 – Sem culpa nos gols sofridos, ainda fez boas defesas.

Debuchy – 6,5 – Líder de roubadas de bola do time (5), mas deu bobeira no segundo gol suíço.

Sakho – 7,5 – Vinha fazendo uma grande partida, até sair machucado. Depois, o time sofreu dois gols.

Varane – 7,5 – Lindo lançamento para Giroud no terceiro gol francês. No geral, foi bem.

Evra – 7,0 – Muito bem defensivamente e ofensivamente.

Cabaye – 7,0 – Perdeu um gol incrível e levou um amarelo bobo, mas comandou a saída de bola e a excelente transição no meio de campo.

Matuidi – 8,5 – Partidaça do coração da equipe. Um gol, muita marcação, movimentação e habilidade.

Sissoko – 7,5 – Foi uma das surpresas da escalação e atuou muito bem, sendo coroado com um gol.

Valbuena – 9,0 – Um gol, uma assistência e muita movimentação. O motorzinho do time.

Giroud – 9,0 – Outro gigante em campo. Fez gol, deu assistência e incomodou o tempo inteiro. Ótima dor de cabeça para Deschamps. De quebra, ainda anotou o 100º gol da França em Copas do Mundo.

Benzema – 9,5 – Perdeu um pênalti, deu duas assistências, fez um gol e teve outro anulado no lance final. O cara da França novamente e, talvez, da Copa.

Suplentes

Pogba – 7,0 – Entrou no 2º tempo e deu linda assistência para o gol de Benzema. Mas mostrou ser cabeça quente novamente, o que pode ser um perigo para a sequência do torneio.

Koscielny – 6,5 – Teve azar do time ter relaxado nos minutos finais, com a vitória garantida.

Griezmann – Sem nota – Pouco tempo em campo.

Técnico


Deschamps – 9,0 – Alterou a equipe e manteve (para não dizer aumentou) o desempenho. Mostra ter comando e conhecer bem seus atletas. Terá trabalho para conter o oba oba e o ego dos jogadores, mas tem muitos méritos no resultado histórico.

Imagem: Fifa.com

domingo, 15 de junho de 2014

Copa do Mundo 2014 - Notas para a França x Honduras


Lloris – 6,0 – Um mero espectador.

Debuchy – 6,5 – O líder em desarmes (3) do time.

Varane – 6,0 – Sem muito trabalho.

Sakho – 6,0 – Igual seu companheiro de zaga.

Evra – 6,5 – Fez o papel de líder do time novamente e teve boas subidas ao ataque.

Cabaye – 7,5 –Participou do primeiro gol e deu linda assistência para o “gol de chip” de Benzema.

Matuidi – 7,0 – Tomou conta de seu lado no meio de campo. Desarmou e chegou muitas vezes ao ataque.

Pogba – 7,0 – Caiu na catimba hondurenha, mas sofreu o pênalti que resultou no primeiro gol e foi muito bem em sua estreia em Copas do Mundo.

Valbuena – 8,0 – Outra partida monstruosa do baixinho. Impressionante como se sente bem com a camisa da França. Infernizou os hondurenhos.

Griezmann - 7,0 – Também estreou em Copas e não sentiu o peso. Boa movimentação e chegada ao ataque.

Benzema – 10 – Não tinha como dar outra nota. Fez “2,5” gols, entrou para a história com o “gol de chip” e mostrou estar confortável em ser a estrela do time. Partidaça!

Suplentes

Sissoko – 6,0 – Entrou no lugar do “amarelado” Pogba e fez o feijão com arroz.

Mavuba – 6,0 – Também entrou para poupar Cabaye, com cartão amarelo, e não teve trabalho para marcar os hondurenhos.

Giroud – 6,0 – Pouco tempo em campo.

Técnico

Deschamps – 7,5 – Armou bem a equipe, com Griezmann na vaga de Ribéry (que me parece ser a melhor opção). Mostrou ter estudado Honduras e anulou seus principais jogadores, especialmente em contragolpes. Soube substituir bem os amarelados, já que o jogo era bem pegado.

Imagem: Fifa.com

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Deschamps encontra melhor formação ofensiva e França vai à forra contra a Austrália


Criticada pela falta de gols nos últimos jogos, a França foi à forra diante da Austrália em amistoso disputado no Parc des Princes (onde os Bleus não jogavam desde 2007), em Paris.

Antes do amistoso desta sexta-feira (11), a França havia feito oito gols e sofrido quatro nos últimos seis jogos, mostrando certa eficiência defensiva, mas um ataque inconfiável, ainda mais se levarmos em conta que quatro destes oito gols foram feitos na vitória diante da Bielorrússia, no último jogo.

Didier Deschamps testou várias formações táticas para dar mais poder ofensivo ao time durante sua passagem pelos Bleus desde 2012. Começou no 4-4-2, passou pelo 4-3-3 e pelo 4-2-3-1, mas nenhum dava muito resultado. Parece que o problema era tanto técnico quanto tático e a teoria pode ser explicada pelos dois últimos jogos franceses.

No 4-3-3 do primeiro tempo diante da Bielorrússia, os Bleus não criaram e ainda saíram perdendo por 1-0. Na segunda etapa, Lloris falhou novamente e permitiu mais um gol bielorrusso, mas o time, que mudou para o 4-2-3-1 com liberdade maior para Valbuena e Ribéry, além da entrada de Samir Nasri, ganhou corpo e fez quatro gols, na vitória por 4-2 que garantiu uma vaga ao menos na repescagem europeia para a Copa 2014.

No amistoso diante da Austrália, Deschamps manteve o 4-2-3-1 com um time bastante leve e com qualidade no passe. Pogba e Cabaye foram os volantes (com liberdade para avançarem), Nasri ganhou uma vaga entre os titulares e Rémy foi a surpresa na ponta-direita. A França massacrou o adversário no primeiro tempo e logo abriu 4-0, com Ribéry, Giroud 2x e Cabaye. Na volta do intervalo, Benzema entrou e deixou o dele após 493 dias de jejum, fechando o placar que havia tido mais um gol de Debuchy.

É verdade que a Austrália tem um time fraco, mas a vitória francesa deve ser comemorada pelo futebol apresentado e o melhor funcionamento de peças fundamentais, com Cabaye, Nasri (que deu outra cara à França nos últimos jogos), Giroud e Benzema. Ribéry foi, mais uma vez, o destaque em campo. Só não entendi a razão para Deschamps deixar Mathieu Valbuena no banco, mas a tendência é que, com ele no lugar de Rémy, o time titular seja este daqui para frente.

Imagens: L'Équipe

sábado, 27 de julho de 2013

PSG perde em amistoso para o Real Madrid de Ancelotti


Em Gotemburgo, Carlo Ancelotti e Paris Saint-Germain se enfrentaram pela primeira vez após a saída do treinador do clube francês. Melhor para o italiano e seus comandados do Real Madrid, que saíram da Suécia com a vitória do amistoso.

No primeiro tempo, as duas equipes já mostraram as novas características de seus treinadores. Enquanto o Madrid se fechava bem, o PSG valorizava a posse de bola, rodando-a de um lado ao outro. Quem abriu o placar foi os Merengues, com Benzema aproveitando contra-ataque puxado por Ozil e acertando um belo chute de fora da área. Mas foi o PSG quem tomou as principais ações, com Lavezzi perdendo dois gols incríveis dentro da pequena área. Lucas se mostrava o melhor parisiense em campo, sendo a válvula de escape pela direita e mostrando bom preparo mesmo em seu primeiro jogo de pré-temporada. Do outro lado, Pastore só apareceu quando furou um chute em boa troca de passes parisienses. Thiago Motta também foi muito bem na etapa inicial.

Na segunda etapa o filme se repetiu. O Paris monopolizava a posse de bola, mas tinha o velho problema de armação, não levando perigo ao gol de Diego Lopez, enquanto o Madrid era mais perigoso nos contragolpes, mas parava em Sirigu. O jogo caiu de qualidade até o apito final, que deu a vitória aos espanhóis.

Imagens: Divulgação/PSG; L'Équipe

sexta-feira, 15 de junho de 2012

França vence e espanta a tormenta

Um dilúvio caiu em Donetsk no momento em que França e Ucrânia começavam a se enfrentar pela Euro-2012. Pressionada pelo empate na estreia contra a Inglaterra, a França fez um primeiro tempo modesto, mas deslanchou na segunda etapa. Com a vitória por 2 a 0, os Bleus quebraram dois tabus: venceu uma partida válida por um torneio internacional após seis anos - a última vez havia sido a vitória por 1 a 0 sobre Portugal na Copa do Mundo de 2006 – e ganhou o primeiro jogo de Eurocopa sem ter em campo Michel Platini ou Zinedine Zidane.


Com um organizado toque de bola, os franceses esbarraram na marcação ucraniana durante o primeiro tempo, criando poucas chances. Mas, na volta do intervalo, os Bleus encaixaram o toque de bola e abriram o placar com Ménez em uma aula de contra-ataque, passando a bola de pé em pé de um lado ao outro, e fez o segundo minutos depois, na segunda assistência de Benzema. O gol foi uma aula tática de 4-2-3-1, principalmente aos técnicos brasileiros que apostam neste esquema e engessam os jogadores. Repare que Benzema, o centroavante, sai para armar o jogo, deixando um buraco na entrada da área para o volante Cabaye entrar como um centroavante. Lindo!

No detalhe: Benzema (1) sai da área e cria espaço para o volante Cabaye (2) entrar.

Depois, o time francês continuou dominando as ações e se aproveitando da fragilidade emocional da Ucrânia. A vitória francesa passou muito pelos pés de Benzema, autor de duas assistências e que não aceitou a marcação rival, se movimentando muito, ao contrário do que aconteceu na estreia contra a Inglaterra, e por Alou Diarra. O volante, que não errou um único passe no primeiro jogo, foi mais uma vez o fiel da balança no meio campo, com 89% de aproveitamento nos passes e oito desarmes. Esta foi a 25ª partida consecutiva sem derrota da França.

Imagens: Reuters; Reprodução / TV

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Copa do Rei 2011/2012 - FC Barcelona 2 x 2 Real Madrid CF - O mais emocionante



Foi um jogo tenso. Quente. Emocionante. Barcelona e Real Madrid fizeram mais um clássico daqueles no Camp Nou nesta quarta (25). Precisando de vencer, o Madrid encarou de frente o algoz Barça. E os merengues jogaram melhor durante boa parte do jogo. Mas no final, deu Barcelona. Mas nem por isso o jogo deixou de ter sua carga dramática no final da partida.

Táticas - Pep mantêm o time. Mou tenta mais uma surpresa, com Kaká e Pepe

Em time que está ganhando não se mexe. Pep Guardiola seguiu a risca esse ditado e manteve a equipe que ganhou do Madrid no jogo de ida. Sem nenhuma surpresa ou novidade tática. O velho 4-3-3.

Já Mourinho, cansado de inovar e perder para o Barça, resolveu mudar o time de novo. Kaká e Ozil jogaram juntos, com o brasileiro armando no centro e o alemão aberto na ponta direita. Na frente, Higuaín ganhou a disputa com Benzema, escolha esta que Mou deve ter se arrependido depois. Mas a maior surpresa foi a escalação do zagueiro Pepe, pivô de toda a confusão durante a semana após o clássico de ida.

1º Tempo - Madrid domina. Barça cria pouco, mas resolve. Pepe apanha

O Madrid começou como sempre, pressionando a saída de bola e a todo gás. Logo aos 7", Higuaín perdeu sua primeira chance cara a cara. Aos 3', Higuaín perde outra chance de frente com Pinto, que faz boa defesa. O Barcelona dormia em campo, enquanto o adversário dominava as chances. Aos 11', Kaká puxou mais um contra ataque e lançou Ronaldo, que quase fez de novo.

O jogo equilibrou depois disso, com o Barcelona conseguindo encaixar seu estilo de jogo, com o toque de bola. Mas a chance seguinte foi do Real Madrid de novo, dessa vez com o até então apagado Ozil. O camisa 10 arriscou um chute de longe e a bola explodiu no travessão, para depois quicar fora da linha. Aos 27', Pinto tenta sair tocando e a bola sobra para Higuaín perder mais uma chance no jogo, a terceira do argentina, quinta do Madrid.

Aos 28', tudo começou a mudar. Iniesta, machucado, foi substituído por Pedro. Iniesta havia sido eleito o melhor dos últimos dois jogos contra o Real Madrid e sua saída preocupava os culés. Mas em seu lugar havia entrado o "Predestinado Pedro", autor de gols em TODAS as finais em que o Barcelona foi campeão na temporada passada.  E aos 42', Pedro decidiu de novo. Messi fez linda jogada e rolou para Pedro definir. 1 a o. Logo após a saída de bola, um lance curioso ocorreu. Messi deu uma rasteira em Pepe, uma clara retaliação pelo pisão do português no argentino no jogo de ida. Cartão amarelo para o "Messias" catalão.



Aos 47', mais um lance quente na partida. Lass Diarra comete falta dura em Messi e o juiz não aplicou o cartão, para reclamação dos culés e confusão em campo. No agito, Casillas, tomou cartão amarelo. Quem bate não pe advertido, quem tenta separar a confusão leva o cartão. Essa foi a arbitragem de Teixeira Vitienes em campo. Na cobrança, talvez o lance mais emblemático de Barcelona e Real Madrid nos últimos anos. Xavi cobra, a bola desvia na zaga merengue e sobra limpa para Daniel Alves vir de longe e acertar um chutaço de primeira. GOLAÇO. A bola de Ozil, bate na trave, quica e sai, A de Dani Alves entra direto na forquilha. Isso representa bem de que lado o destino parece estar nos últimos Superclássicos.

2º Tempo -  Barça relaxa. Madrid ressuscita e transforma o jogo

Na volta do intervalo, o Real Madrid parecia ter sentido o golpe de mais uma eliminação eminente para seu maior rival. O Barcelona dominava, mas não criava. Aos 4', talvez o lance mais polêmico do jogo. Em uma cobrança de falta, Sergio Ramos desvia para o gol e faz, mas o árbitro marca uma falta  duvidosa em cima de Dani Alves. Mou resolve mexer de vez, ao trocar Lass por Granero e, na sequência, Kaká e Higuaín por Callejón e Benzema. A mexida surte efeito quando a defesa do Barça cochila e Ronaldo diminui o placar, aos  22'. Aos 26', nova cochilada da zaga catalã e Benzema aplica um chapéu em Puyol e completa com classe para o gol. GOLAÇO e 2 a 2 no placar. Real Madrid renascia na partida.

O que se viu depois foi um sufoco do Real Madrid e um Barcelona perdido, rezando para a partida acabar. Pep ainda trocou Alexis por Mascherano para fechar o time de vez. Era um sufoco sem fim. Sobrou tempo ainda para, no final Sergio Ramos ser expulso e Pepe levar cartão amarelo. E o empate persistiu no marcador em um jogo que o Madrid foi superior durante 3/4 do jogo, mas o Barça foi mais eficiente e, de novo, levou a melhor frente ao seu maior rival.





Imagens: AFP; EFE

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Affiliate Network Reviews